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Infância entra em campo: pesquisa é lançada na Itaipava Arena Fonte Nova
Pesquisa inédita no Brasil, lançada em evento na Itaipava Arena Fonte Nova, revela preocupações sobre a formação de atletas infantojuvenis no futebol brasileiro
Publicada no dia 17/04/2014 às 09h40
Entre jovens que revelam paixão pelo esporte preferido dos brasileiros, o desejo de ser um jogador de futebol bem sucedido é quase unanimidade. Entretanto, no caminho em busca deste sonho, há uma realidade que desperta preocupação. O estudo inédito no Brasil, que revela essas e outras informações, está sendo lançado pela , foi realizado pelo Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Yves de Roussan (CEDECA-BA) e está sendo lançado nesta terça-feira, 15, na Arena Fonte Nova, em Salvador, durante o evento Infância Entra Em Campo. O encontro conta com a participação de representantes dos clubes Vitória, Bahia, Ypiranga, Santos, São Paulo, Botafogo, Coritiba e Internacional, reunindo profissionais do futebol, imprensa esportiva, representantes do sistema de justiça e direitos humanos, representantes governamentais e de organizações internacionais, atletas e familiares. Entre outras autoridades, estão presentes o secretário da Secopa, Ney Campelo, o representante do UNICEF Brasil, Gary Stahl, e a presidente ABMP, Hélia Barbosa. A publicação de 680 páginas – fruto de uma parceria com o Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF), a Secretaria da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 (Secopa Bahia) e com apoio da Associação Brasileira de Juízes, Promotores de Justiça e Defensores da Infância e Juventude (ABMP) – integra a publicação A Infância entra em Campo. Riscos e Oportunidades para Crianças e Adolescentes no Futebol, que em breve estará disponível na versão digital e poderá ser acessada no site da Secopa e do UNICEF.



Denúncias anônimas recebidas sistematicamente pelo CEDECA motivaram o trabalho, evidenciando preocupações relativas à inserção de jovens atletas no universo futebolístico. Ao longo de dois meses, 40 atores do cenário esportivo – técnicos, diretores de clubes, gestores, representantes do Sistema Garantidor dos Direitos, atletas e ex-atletas – foram questionados sobre a influência da prática do futebol na vida de meninas e meninos soteropolitanos. Partindo da associação livre, o estudo abordou os entrevistados sobre os principais riscos e benefícios decorrentes da prática esportiva regular. O conjunto de respostas coletadas aponta que crianças e adolescentes que frequentam centros de formação de jogadores, como clubes e escolinhas privadas de futebol, são expostos a diferentes situações de vulnerabilidade e de violações de seus direitos básicos. Riscos como profissionalização precoce, exploração e abuso sexual, afastamento do ensino regular, discriminação racial e de gênero, além de perigos em relação à sua integridade física e psicológica estão entre as situações enfrentadas. A problemática ainda esbarra na inadequação de instrumentos jurídicos capazes de normatizar e fiscalizar tal prática. “Todo mundo precisa dominar as regras do jogo. Não queremos colocar o futebol na berlinda. Desejamos que essa prática ande lado a lado com os diretos das crianças e adolescente, que seja ético, seguro e inclusivo”, afirma Maria Aparecida de Roussan, coordenadora do projeto.
Fonte: Itaipava Arena Fonte Nova
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